sábado, 20 de janeiro de 2018

1973-01-20 - OS COLONIALISTAS ASSASSINARAM AMÍLCAR CABRAL! - RPAC

OS COLONIALISTAS ASSASSINARAM AMÍLCAR CABRAL!

AOS SOLDADOS E MARINHEIROS, A TODOS OS REVOLUCIONÁRIOS NA TROPA COLONIAL-FASCISTA!

Camaradas:
A 20 de Janeiro de 1973, em Conakry (Guiné), mercenários a soldo dos colonialistas portugueses assassinaram o patriota AMÍLCAR CABRAL, Secretário Geral do PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO VERDE, P.A.I.G.C.. AMÍLCAR CABRAL era o chefe da luta de libertação do glorioso povo da Guiné-Bissau, que de armas na mão combate há quase dez anos o colonialista odiado. A morte de AMÍLCAR CABRAL é mais um crime hediondo a inscrever na sanguinária galeria militar-fascista do patife Spínola, que já em 22 de Novembro de 1970 ensaiaram uma vil agressão à República da Guiné e há cinco anos comanda a guerra de massacre e barbárie que o colonialismo português desencadeia na Guiné-Bissau.

1973-01-00 - VIGILANTES NA UNIVERSIDADE: A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS GORILAS - Movimento Estudantil

BOLETIM INFORMATIVO
Coimbra, Janeiro de 1973

VIGILANTES NA UNIVERSIDADE: A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS GORILAS
Por decreto publicado a 17 do Janeiro do 1973 a Universidade portuguesa passou a contar com mais um defensor legalmente constituído: os gorilas agora promovidos a vigilantes. Os gorilas tinham já feito o seu aparecimento em Lisboa (Direito, Ciências e Técnico).
Onde a sua vocação parece ter encontrado terreno fértil é na Faculdade do Direito onde através da sua presença intimidatória, de insultos às colegas, de agressões, os gorilas têm dado ao Prof. Martinez a segurança de que este parece tão necessitado.
O governo chama-lhes eufemisticamente de vigilantes o atribui-lhes várias funções, tais como:
- Levantar autos da denúncia que farão fé até prova em contrário.

1978-01-00 - Contradizeres Nº 01 - AE FLUP - - Movimento Estudantil

Nada de especial motiva o aparecimento desta revista. Ela é o prolongamento natural da actividade cultural que vai germinando na Faculdade de Letras. Os produtos dessa pesquisa, era necessário conhecê-los, faze-los circular entre as pessoas, não como homenagem a quem os escreveu, mas como objectos e causas de debate.
Sendo revista de uma escola, lançada pela respectiva Associação de Estudantes, não se cinge, apenas, às matérias curriculares aí leccionadas, nem é forjada exclusivamente por alunos. O seu âmbito quer-se o mais vasto possível, não só nos vários sectores do trabalho intelectual que abarca, como também naqueles que a fazem.
Naturalmente o primeiro número há-de ressentir-se da condição de ser primeiro. Sofre, ainda, da ausência de qualquer subsídio oficial à sua publicação, embora tivesse sido solicitado. Esperemos que o segundo número possa sair, saia com mais gente, saia com mais força.

A Direcção



1978-01-00 - CIRCULAR – CONVOCATÓRIA - FEML

Federação dos Estudantes Marxistas - Leninistas Organização do PCTP/MRPP parti a Juventude Comunista Estudantil

CIRCULAR – CONVOCATÓRIA

Camaradas:
Após o final do ano de 1977 e o começo de 1978, urge que vejamos o que foi feito no ano que findou e o que não foi feito, é necessário ver as vitórias e as derrotas que obtivemos, os avanços e os recuos que se deram no nosso trabalho, onde estiveram os erros e os desvios à política do nosso Partido, a quem cabem as culpas dos erros.
Sem analisarmos a nossa actividade passada não podemos avançar para novos combates sem que caiamos nos mesmos erros e deficiências. Por isso vamos discutir o Relatório da actividade da Célula durante o ano de 1977. Vamos apontar objectivos para 1978 e vamos começar o grande movimento de estudo do Volume V das Obras Escolhidas do camarada Mao.

1978-01-20 - A Forja Vermelha Nº 02 - PC(ml)P

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES, NAÇÕES E POVOS OPRIMIDOS. UNI-VOS

A forja VERMELHA
Nº 2 (IIª Série)
data: 20/1/78

CÉLULA DAS OGMA DO PC (m-l) P
BOLETIM DO PARTIDO COMUNISTA marxista-leninista) PORTUGUÊS

A posição do PC(m-l)P face às eleições
Camaradas:
Acerca das eleições para a C.T. apresentámos, nos “F.V." nºs 14 e 15, a nossa posição de princípio, que consistia em formar uma lista única que unisse todos os revolucionários das O.G.M.A., com ou sem partido, que quisesse lutar pelas nossas principais reivindicações, que são:

1978-01-00 - Juventude Nº 29 - UJC

Editorial

O povo e a juventude assiste, dia após dia, ao prolongamento da crise motivada pela queda do Governo PS sozinho.
A preocupação fundamental do PPD e do CDS é marginalizar os comunistas das soluções políticas para o delicado momento que o país atravessa. A direita reaccionária não quer que o PCP participe na definição de uma política nacional e nos órgãos de soberania. A reacção estremece face à eventualidade de um acordo político entre o PS e o PCP, receia que a voz do povo trabalhador possa barrar os seus frenéticos desejos de atingir o poder, possa impedi-la de pisar a Constituição, suprimir os direitos e as liberdades, atacar com força e rapidez as conquistas do 25 de Abril.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

1973-01-19 - imponhamos o funcionamento da escola - Movimento Estudantil

imponhamos o funcionamento da escola

Depois dos exames do ano lectivo do 1971/72 os estudantes interrogam-se sobre o que se passa no instituto. Ainda antes da cavalgada para a “avaliação de conhecimentos" corria nalguns sectores do corpo docente que haveria todo o interesse na abertura das aulas antes das férias do natal ou o mais tardar nos princípios de Janeiro. O início de Mat. III até já estava previsto para princípio de Dezembro!
Deste nodo iludia-se o precário funcionamento do ISCEF aparentando mostrar una determinada continuidade da vida escolar.,
A posição do CE, posta a braços com a defesa do prestígio dum ensino que "mete Agua por todos os lados” frente às posições dos estudantes, caracterizou-se nalguns casos, onde o ano escolar foi um "descalabro", pela tentativa de evitar uma capitulação desonrosa, entregando nas mãos dos professores a tarefa de salvar as aparências, noutros a selecção foi implacável, revelando o que é a vingança de um autoritarismo despeitado.

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