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domingo, 23 de abril de 2017

1972-04-00 - O Grito do Povo Nº 03 - OCMLP

VIVA O 1º DE MAIO

O 1º de Maio começou a ter um significado de luta para os operários desde 1886. Nesse ano, a organização dos operários dos Estados Unidos convoca greves e manifestações pela redução da jornada de trabalho, para o dia 1 de Maio, sob o lema:
“Nenhum operário deve trabalhar mais de 8 horas por dia: 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso, 8 horas de educação”.
Principalmente em Chicago, estas palavras de ordem foram largamente seguidas pela classe operária que desde Fevereiro se agitava, concentrando-se em Maio aos milhares e impondo à polícia duros combates.
No dia 17 de Maio desse ano, em Chicago, 4 dirigentes operários são enforcados pelos assassinos do capital americano.
Em 1899, num congresso internacional, em que esteve presente o grande guia do proletariado mundial F. ENGELS, companheiro íntimo de luta de K. MARX, decidiu-se.

1977-04-23 - Festival Popular do 25 de Abril - FAPIR


1977-04-00 - Boletim da FAPIR Nº 04

Três anos depois…

A 25 de Abril de 1974, com tanques e soldados nas ruas; o povo, ignorando os comunicados que o mandavam ficar em casa, veio para a rua e fez história; lado a lado com os soldados, libertou todos os presos políticos, caçou e prendeu pides, explodiu em cantos e danças pelas ruas e praças de todo o país.
Nesse dia, o povo, em muitos lugares deste país, tomou a história em mãos e imprimiu-lhe a sua velocidade. O regime fascista foi derrubado com a alegre violência que só o povo pode ter; patrões parasitas, os seus lacaios e bufos foram corridos das fábricas, empresas e escritórios, etc., etc...
O povo unido na luta avançou passos de gigante no caminho da sua libertação total. Criou as suas escolas de poder. O relógio da história corria estonteantemente.
Lado a lado com a luta política, a cultura popular explodiu: o povo criava cantigas e peças onde as suas lutas eram contadas e exaltadas. A força da unidade popular aí estava com todas as suas consequências.

1977-04-23 - BOLETIM Nº 1 DO MOVIMENTO DE ADESÃO AO PCTP - FEML

FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES MARXISTAS-LENINISTAS Organização do PCTP/MRPP para a Juventude Comunista Estudantil

BOLETIM Nº 1 DO MOVIMENTO DE ADESÃO AO PCTP na Organização Regional de Lisboa da FEM-L

SITUAÇÃO ACTUAL
ATÉ 18 ABRIL - 39 ADESÕES CENTRALIZADAS
V. Beirão - 8
ISA - 2
D. Pedro V - 3
L. Oeiras - 1
Ciências - 1
ISCAL - 3
M Castro - 1
E. Carcavelos- 2
Farmácia - 4
A. Domingos - 1
ICBL - 1
Pioneiros - 12

1977-04-23 - Encontro Nacional de Professores - Sindicatos

1 — INTRODUÇÃO:

COLEGAS:
Vamos realizar nos dias 23/24/25 de Abril de 1977 o ENCONTRO NACIONAL de PROFESSORES.
Conforme deliberação tomada em Sessão Extraordinária da Assembleia Geral de 14/2/77, o nosso sindicato PARTICIPA nesse encontro não só através dos seus órgãos dirigentes mas também com DELEGADOS expressamente mandatados para o efeito.
As deliberações do Encontro não serão executórias para as Direcções Sindicais sem posterior ratificação pela CLASSE.
O processo de representação dos Núcleos Sindicais de Base será brevemente acordado em REUNIÃO NACIONAL DE SINDICATOS.
A COMISSÃO NACIONAL ORGANIZADORA DO ENCONTRO é constituída por elementos de todas as Direcções e Executivos dos Sindicatos Regionais de Professores.
Entretanto, como já foi fixada a data-limite para entrega de ALTERNATIVAS, 17 de Abril de 1977, faz-se a presente compilação dos documentos que se encontram em debate a NÍVEL NACIONAL

sábado, 22 de abril de 2017

1972-04-00 - 1º DE MAIO - PCP



1977-04-00 - POR UM PORTUGAL DOS PORTUGUESES - Extrema Direita

POR UM PORTUGAL DOS PORTUGUESES
CONTRA O 25 DE ABRIL DE TRAIÇÃO

O 25 de Abril destruiu Portugal. Mas ainda não destruiu os Portugueses. No momento em que ao forças internacionalistas que ocupam a nossa Pátria se preparara para comemorar a data em que assaltaram o Poder, trata-se de saber se os Portugueses serão capazes de reconquistar Portugal, reunificar a Pátria, destruir as bases que o imperialismo internacional instalou nos quatro cantos do Mundo Português e onde mantêm aprisionada Gente Lusa — brancos, negros e mestiços — que aspira ardentemente à libertação total da Pátria agrilhoada.
Mais do que erguer protestos simbólicos, manifestar indignações vazias inconsequentes, proclamar sentimentalismos tristes e doentios, os Portugueses exigem una resposta clara, determinada, coerente, por parte de todos quantos estejam realmente interessados em lutar contra a ocupação de Portugal pelo internacionalismo capitalista e comunista, e não estejam dispostos a abdicar do inalienável direito à rebelião, pela defesa da soberania nacional.